Uma breve apresentação, breve e sem insistência.
Sou eu, mais ninguém poderia ser. Porque considerariam sequer que eu fosse algo que não eu? Questiono-me.
Sou eu, a tudo aspiro e procuro tocar, alcançar o próximo e ver aí uma parte de mim anteriormente disfarçada e não-identificada. Sou eu e procuro ver os planos que me são vedados, pois neles participo e conluio comigo e outros...
O meu "eu" foi-me dado sem nada pedir em troca, foi por mim criado por um despropositado propósito que só eu conheço e desconheço, incógnito, um "eu" que se deu a si mesmo.
Estranhamente familiar, estranhamente diferente, no meu trato e expressão aparentemente indiferente.
Sou, efectivamente e inegavelmente, eu.
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